Roupa curta, sair com quem quiser? Quem ela pensa que é?

Quando se vê uma menina com uma roupa curta, beijando várias pessoas em uma balada, ou seja, lá o que for, vai ter sempre alguém pra dizer: “vadia”, “sem-vergonha”, “não se dá ao respeito”.

Quanto às roupas, isto vem de acharmos sempre que temos de ficar resguardadas, nos cobrindo, uma ideia de preservação um tanto antiga em que achamos que nossos corpos são apenas para a sedução e que isso é errado. Mas temos de nos lembrar de que nem sempre há a intenção de provocar algo no outro, as pessoas usam roupas curtas, muitas vezes porque se sentiram bem ou bonitas. Roupas não são convites a nada, só apenas roupas.

Quanto àquela menina que saiu com um ontem, outro hoje… Qual o grande problema, em que isto te afeta? Estamos tão acostumados a tomar conta da sexualidade de mulheres e de cobrar que elas ajam de acordo com um padrão da sociedade, que nos esquecemos de que as ações dela não interferem em nada na sua vida. Fazendo este tipo de cobrança ou vigilância, estamos apenas reproduzindo preconceitos de épocas antigas (em versão 2.0).
Sempre que entramos neste tipo de assunto, alguém diz que “mulher tem de se dar ao respeito” ou “respeitar a si mesma”. Mas já parou pra pensar que é você quem está incomodado (a)?

Já que a moça decidiu usar o que quiser e fazer o que quiser e está agindo conforme a vontade dela? Não tem essa de se dar ao respeito, cada um que respeite as escolhas do outro.

Matéria: Taís Nascimento
Pessoa linda que leu: VOCÊ! 

Aborto, legaliza-lo SIM OU NÃO?

Uma mulher ter em suas mãos pleno direito a escolher se quer ou não ser mãe naquele momento… A última vez que o tema foi discutido de forma legal, foi em 24/03/2015, data em que o projeto foi protocolado na Câmara. Pelo projeto da lei, qualquer mulher, com até 12 semanas de gravidez, poderia procurar uma unidade de saúde pública para pedir a realização do aborto. Lá, seria atendida por uma equipe multidisciplinar, com médicos, psicólogos e assistentes sociais, para ser orientada sobre o procedimento até ratificar sua decisão.

Estima que são realizados de 729 mil a 1 milhão de abortos de forma clandestina e insegura no Brasil. Um estudo da Universidade de Brasília (UnB) também é mencionado e aponta que a maioria das interrupções de gravidez são feitas por mulheres de 18 e 39 anos casadas, com filhos e de religião baseada no cristianismo. A proporção e de que, uma em cada sete já abortou. Na faixa etária de 35 a 39 anos, a proporção é maior: uma em cada cinco mulheres já interrompeu a gestação.

Não sejamos falsos moralistas em tratar o assunto com “horror”, ou como o pior assassinato, afinal abortos acontecem, você já fez um? Uma irmã, prima, vizinha, talvez… Todos conhecemos alguém que fez ou que pelo menos tentou. O fato desta prática ainda ser clandestina leva à morte varias mulheres, ou à esterilidade, por conta das más condições das clinicas, infecções ou os ditos: trabalhos de açougueiro.

Refletindo sobre esse assunto, qual sua opinião? Você acha que isso seria banalizado e tratado como mais um método contraceptivo? Acha que as mulheres são sim donas de si e tem o direito de decidir quando será a maternidade? Acha que os casos já permitidos por lei são obsoletos, por isso uma lei como essa se faz necessária? Pois é, muitas perguntas inquietam em nossa mente quando o assunto é LEGALIZAÇÃO DO ABORTO!

Resolvemos trazer esse assunto à tona, para que reflitam SERIAMENTE e possam se posicionar. A lei ainda não teve parecer legal para aprovação e continua sendo discutida.

E para as que se questionam: POR QUE ESSA MATÉRIA TEM APENAS UMA IMAGEM? O intuito dessa matéria, é trazer informações e auxiliar a formação de opinião e não a indução. Nós do projeto Menina veneno sabor Tequila somos em 8 mulheres, e cada uma de nós tem uma opinião. Não queremos te influenciar a NADA, queremos que você forme sua opinião e tenha voz nesse assunto tão decisivo na sociedade!

Matéria By Tiah Tequilah
Revisão: Tais Nascimento

Todo esse barulho por conta de R$ 0,20!? Entenda por que dos protestos.

Para entender melhor o que está acontecendo na rua, imagine que você é o presidente de um um país fictício. Aí você acorda um dia e resolve construir um estádio. Uma “arena”.

O dinheiro que o seu país fictício tem na mão não dá conta da obra. Mas tudo bem. Você é o rei aqui. É só mandar imprimir uns 600 milhões de dinheiros que a arena sai.

Esses dinheiros vão para bancar os blocos de concreto e o salário dos pedreiros. Eles recebem o dinheiro novo e começam a construção. Mas também começam a gastar a grana que estão recebendo. E isso é bom: se os caras vão comprar vinho, a demanda pela bebida aumenta e os vinicultores do seu país ganham uma motivação para produzir mais bebida. Com eles plantando mais e fazendo mais vinho o PIB da sua nação fictícia cresce. Imprimir dinheiro para construir estádio às vezes pode ser uma boa mesmo.

Mas e se houver mais dinheiro no mercado do que a capacidade de os vinicultores produzirem mais vinho? Eles vão leiloar as garrafas. Não num leilão propriamente dito, mas aumentando o preço. O valor de uma garrafa de vinho não é o que ela custou para ser produzida, mas o máximo que as pessoas estão dispostas a pagar por ela. E se muita gente estiver com muito dinheiro na mão, essa disposição para gastar mais vai existir.

Agora que o preço do vinho aumentou e os vinicultores estão ganhando o dobro, o que acontece? Vamos dizer que um desses vinicultores resolve aproveitar o momento bom nos negócios e vai construir uma casa nova, lindona. E sai para comprar o material de construção.

Só tem uma coisa. Não foi só o vinicultor que ganhou mais dinheiro no seu país fictício. Foi todo mundo envolvido na construção do estádio e todo mundo que vendeu coisas para eles. Tem bastante gente na jogada com os bolsos mais cheios. E algumas dessas pessoas podem ter a idéia de ampliar as casas delas também. Natural.

Então as empresas de material de construção vão receber mais pedidos do que podem dar conta. Com vários clientes novos e sem ter como aumentar a produção do dia para a noite, o cara do material de construção vai fazer o que? Vai botar o preço lá em cima, porque não é besta.

Mas espera um pouco. Você não tinha mandado imprimir 600 milhões de dinheiros para fazer um estádio? Mas e agora, que ainda não fizeram nem metade das arquibancadas e o material de construção já ficou mais caro? Lembre-se que o concreto subiu justamente por causa do dinheiro novo que você mandou fazer.

Mas, caramba, você tem que terminar a arena. A Copa das Confederações Fictícias está logo ali… Então você dá a ordem: “Manda imprimir mais 1 bilhão e termina logo essa joça”. Nisso, os fabricantes de material e os funcionários deles saem para comprar vinho… E a remarcação de preços começa de novo. Para quem vende o material de construção, tudo continua basicamente na mesma. O vinho ficou mais caro, mas eles estão recebendo mais dinheiro direto da sua mão.

Mas para outros habitantes do seu país fictício a situação complicou. É o caso dos operários que estão levantado o estádio. O salário deles continua na mesma, mas agora eles têm de trabalhar mais horas para comprar a mesma quantidade de vinho.

O que você fez, na prática, foi roubar os peões. Ao imprimir mais moeda, você diminuiu o poder de compra dos caras. Inflação é um jeito de o governo bater as carteiras dos governados.

Foi mais ou menos o que aconteceu no mundo real. Primeiro, deixaram as impressoras de dinheiro ligadas no máximo. Só para dar uma ideia: em junho de 2010, havia R$ 124 bilhões em cédulas girando no país. Agora, são R$ 171 bilhões. Quase 40% a mais. Essa torrente de dinheiro teve vários destinatários. Um deles foram os deputados, que aumentaram o próprio salário de R$ 16.500 para de R$ 26.700 em 2010, criando um efeito cascata que estufou os contracheques de TODOS os políticos do país, já que o salário dos deputados federais baliza os dos estaduais e dos vereadores. Parece banal. E até é. Menos irrelevante, porém, foi outro recebedor dos reais novos que não paravam de sair das impressoras: o BNDES, que irrigou nossa economia com R$ 600 bilhões nos últimos 4 anos. Parte desse dinheiro se transformou em bônus de executivo. Os executivos saíram para comprar vinho… Inflação. Em palavras mais precisas, o poder de compra da maioria começou a diminuir. Foi como se algumas notas tivessem se desmaterializado das carteiras deles.

Algumas dessas carteiras, na verdade, sempre acabam mais ou menos protegidas. Quem pode mais tem mais acesso a aplicações que seguram melhor a bronca da inflação (fundos com taxas de administração baixas, CDBs que dão 100% do CDI…, depois falamos mais sobre isso). O ponto é que o pessoal dos andares de baixo é quem perde mais.

Isso deixa claro qual é o grande mal da inflação: ela aumenta a desigualdade. Não tem jeito. E esse tipo de cenário sempre foi o mais propício para revoltas. Revoltas que começam com aquela gota a mais que faz o barril transbordar. Os centavos a mais no ônibus foram essa gota.

Nota Menina Veneno Sabor Tequila: Muitos estão dizendo “Tudo isso por causa de vinte centavos” , não é por causa de vinte centavos, é por causa do direito constitucional, se você não tem coragem de dar sua cara a tapa para o manifesto e só critica quem esta levando caceta e borrachada pra defender o que seu direito também, cale-se, por favor precisamos de pessoas de fibra pra mudar esse país e não de “Zés ninguém”  deixam-se cegar pelas informações que a TV transmite, bombas, fogo, quebra-quebra e gritaria, em quantos canais você viu ou soube do lado do manifestante, alguém que tomo a frente da força e que enyendeu que o abuso só cresce e nossos direitos cada vez mais castrados? Pois é, dá mais audiência e é mais fácil domesticar mostrando que tudo isso é só por causa de R$0,20.
ACORDA POR QUE ESSA LUTA TAMBÉM É POR VOCÊ.

“Clica aqui” no Facebook é ROUBADA! Vírus pode roubar contas bancárias

Cresce a circulação de um vírus no Facebook que tem potencial para roubar dados e limpar a conta bancária de usuários.
É um cavalo de troia chamado Zeus/Zbot.

O malware já existe há seis anos, mas ressurgiu em 2013, especificamente em fevereiro. Na metade do mês de maio, apresentou um pico de usuários afetados nos Estados Unidos, segundo relatório da empresa de segurança Trend Micro citado em reportagem do blog de tecnologia do New York Times.

De acordo com a Trend Micro, existe uma tendência de antigos vírus voltarem à ativa repaginados, o que é o caso do Zeus no Facebook. No ano passado, por exemplo, esse vírus foi apontado como parte de um ataque que desviou cerca de US$ 800 milhões de contas de bancos na Europa, América Latina e Estados Unidos.

Além de dados bancários, o Zeus é programado para roubar qualquer tipo de identificação online de usuário, o que inclui dados pessoais.

Mensagens e links

O vírus é transmitido via mensagens de “phishing”. O termo em inglês significa “pescaria” e diz respeito a links ou mensagens falsas, geralmente de propaganda, que pedem que o usuário clique para visualizar vídeos ou produtos, segundo o Business Insider.

Quando a pessoa é “fisgada” pelo vírus, sua conta no Facebook encaminha, automaticamente, mensagens e links para os amigos na rede social, com o objetivo de infectar mais usuários.

O alerta: não clique em links que pareçam suspeitos, mesmo que a fonte seja um amigo próximo. Esse amigo pode ter sido infectado e ainda não ter percebido.

O Zeus fica “adormecido” no computador até que o usuário acesse uma conta bancária, por exemplo. Aí o malware entra em ação para roubar dados e senhas. O vírus tem potencial para atingir somente usuários de Windows.

Cuidados no Facebook

A página http://www.facebook.com/security reúne informações sobre segurança no Facebook. A empresa informa que “detecta ativamente vírus conhecidos nos dispositivos dos usuários para proporcionar a eles um processo de autorrecuperação que inclui o varredor de vírus Scan-E-Repair”.

A empresa indica aos usuários que relatem qualquer spam que encontrem na rede social. Para isso, uma setinha no canto superior direito dos posts na timeline mostra a opção “Denunciar história ou spam”. Além disso, o Facebook reforça que nunca pedirá número de cartão de crédito, identidade ou CPF.