Vamos falar de TABUS: Identificação de gênero X Orientação Sexual

Tem um monte de diferenças sobre como a pessoa se identifica e qual a orientação.

Identificar com o quê? Neste caso, iremos falar sobre a identificação de gênero, isto é, se ela se identifica com gênero masculino ou feminino, com os dois ou nenhum dos dois.  Como assim?

A pessoa que se identifica com o gênero que nasceu, é chamada cis, isto é, a pessoa nasceu designada por um sexo biológico e está OK com isso. Já a pessoa trans, não se sente adequada aos papéis que são designados ao sexo que ela nasceu.

Exemplo – João nasceu menino, porém o sexo biológico não corresponde ao psicológico, logo ele terá de fazer terapia (tratamento psicológico, hormonal etc.) para se adequar ao gênero em que ele se reconhece. E, a partir do momento em que acontecer a nova identificação deverá ser tratada com o pronome feminino (percebeu a mudança aqui? ;)).  Lembrando que pessoas trans podem também mudar seus documentos e exigir tratamento com o nome social.

Existem ainda as mulheres que não se sentem de acordo com seu gênero e fazem a transição também, devendo ser identificadas como homens. E algumas pessoas também escolhem não fazer toda a transição.

Há também as pessoas que não querem se identificar com nenhum dos gêneros e também temos as pessoas que se identificam com os dois e podem ainda variar sua identificação ao longo da vida conforme sua vontade.

Esta aqui abaixo é a bandeira do orgulho transgênero:

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Já a orientação de gênero é como lidamos com a nossa sexualidade. E é aí que entram as “categorias” que conhecemos (umas mais, outras menos): bissexual, heterossexual, homossexual e o assexual.  Aí vai o resuminho:

Bissexual – os que se interessam por homens e mulheres

Heterossexual – se interessa pelo sexo oposto

Homossexual – se interessa pelo mesmo sexo

Assexual – se sente indiferente à prática sexual (mas ainda assim, dentro desta categoria temos os que se apaixonam por homens ou mulheres).

Esta é a bandeira do Orgulho LGBT (que inclui lésbicas, gays, transexuais e transgêneros)

Lembrando que transexualidade não necessariamente interfere na orientação sexual e se identificar com um gênero, não vai fazer a pessoa obrigatoriamente gostar do outro.

Parece complexo, né? Mas é aí que entra uma coisinha: respeito! Se aprendermos a respeitar as diferenças, conseguimos entender com mais tranquilidade. Além do que, não custa parar de chamar mulheres trans de travecos ou traps, por exemplo, né? E não vai doer chamar a pessoa pelo seu nome social ou por pronomes de acordo com a sua identificação.

P.S.: Se alguma pessoa trans quiser falar algo, manteremos o espaço aberto, lembrando que eu como pessoa  cis, só quero explicar algumas coisas, sem roubar protagonismo de ninguém.

Referência: Site da PL122  Aqui– consultado em  19/08/2015

By: Taís Nascimento

Pessoa linda que leu: Você

Mulher da Vida

Vadia, cachorra, promíscua, indecente, obscena. Sua Puta, vagabunda! (vagabunda neste sentido se refere ao gênero feminino, seu significado: s.f. Informal. Pej. Aquela que possui modos de vida considerados amorais, embora não viva da prostituição. (feminino de vagabundo) substantivo feminino [Brasil, Informal, Depreciativo]  Mulher que se comporta de modo devasso ou amoral. = PIRANHA, VADIA, VAGABA “vagabunda”- Opá, quantas contradições nisso aí, puta vagabunda? Puta trabalha e muito! – Se quer usar as palavras, as use corretamente. Mas como usar as palavras corretamente se uma mesma palavra se divide em tão distintos sentidos dependendo do gênero que se refere? – Ô vagabundo! Quanto tempo!  (vagabundo neste sentido se refere ao gênero masculino, seu significado: adj. Que caminha sem rumo determinado; que perambula ou vagueia; andarilho. Que vive de maneira desocupada; que não possui ocupação; que não tem vontade de realizar suas tarefas. Que não trabalha ou não gosta de trabalhar; vadio: aluno vagabundo. s.m. Pessoa que vagueia; quem não possui ocupação e/ou objetivos; andarilho, malandro.  Aquele que não possui um endereço fixo ou um negócio/ocupação constante.(Etm. do latim: vagabundus.a.um). Um puto se orgulhando de ser puto todo mundo aplaude de pé. Agora vai uma puta se orgulhar de ser puta: só pode ser louca essa mulher, onde se viu? Gostar de ser puta! Puta trabalha pra ser puta e não pode bater no peito e se orgulhar de ser puta. O homem e essa mania nojenta de tirar da gente tudo o que nos empodera. De nos fazer sentir nojo de nós mesmas.
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Antes do homem decidir que trepar é um ato indecente nada era feito por trás das cenas. Isso era benevolência, amor e prazer lado a lado. Orgasmos, felicidade em estar vivo, grato por estar vivo. Fico eu aqui apenas imaginando se era esse os sentimentos daqueles seres humanos que gozavam com liberdade. Mas aí, alguém ficou descontente, entrou na brisa errada, bateu a bad e o desgraçado decidiu que trepar era feio. Que aquilo não deveria ser feito assim, sob a luz do Sol, da Lua e das estrelas. Cubram-se! É feio! Obsceno! – Vish, rapaz, sai dessa bad, dança com a gente que isso aí vai embora. -Recusou. – Com certeza não foi desta forma que aconteceu, mas se fosse eu lá, seria assim. -Seria assim o caralho! Eu teria tirado o maluco da bad e todo mundo hoje em dia estaria acreditando que dar uma trepada é um ato maravilhoso, de puro prazer e beleza. Mas eu nasci há apenas 24 anos atrás, esse cu já está soltando diarreia há muito tempo já, então as pessoas ainda acreditam que trepar é feio. -Mentira, todo mundo sabe que trepar é uma delicia, mas ninguém pode ver, ninguém pode saber porque… Vai saber por que, não entendo essa brisa errada de vocês, que tratam o sexo com tanto receio.
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As pessoas se assustam com mulheres que falam sobre suas vidas sexuais abertamente; as mulheres que assumem que gostam de trepar intimidam o pobre bicho homem. Mulheres que ganham por isso? Por foder? Que valor tem? – Que valor? Que se foda o valor que você emprega a uma vida, de nada vale pra mim sua concepção de valores. O problema do homem é achar que o mundo, que a vida, que toda existência funciona conforme sua concepção, o que estiver fora disso permanece fora. Presos a uma concepção medíocre.
A mulher da vida, a puta. É mulher da vida porque foi mulher e não negou seus instintos. Mulher da vida é mal vista porque mulher da vida representa “a buceta é minha e eu dou pra quem quiser. Seja de graça ou cobrando.” Isso causa medo nos homens. Então decidiram tirar o orgulho da puta em ser puta; decidiram que puta não deveria gostar de ser puta, que puta não teria orgulho em ser puta. Mas o puto, ah, o puto. O puto continuaria integro, já que pedaço algum de seu ser foi tirado. Não lhe tiraram o prazer de sentir prazer, não lhe tiraram o orgulho de bater no peito e assumir que “fodo pra caralho sim”, sem parecer que esteja apenas querendo chamar a atenção.
Mas na verdade meus caros, isso são palavras para vos atentar as mudanças. A mudança ocorre dentro de cada um de nós e quando o amor e o respeito prevalece, aquilo que algum dia ofendeu seus olhos, será apenas mais um cenário da vida. Uma escolha de alguém, que nada tem a ver com a sua vida. Uma pessoa que tem mais consciência de sua saúde sexual do que você, que bate no peito e afirma que aí bate um coração que respeita a vida. Mulher da vida não é escória. Puta é maravilhosa, cheirosa, limpinha e exala prazer. Mulher da vida é da vida porque assim ela quis. Porque é assim que ela é.
E você não tem nada a ver com isso.
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Jully DeLarge, 24 anos, bissexual, libertina, atriz e diretora de filmes de Alt Porn e mais uma desajustada social.

Página no facebook: Jully DeLarge
Instagram: @JullyDelarge

Lola Benvenutti a “nova” Bruna Surfistinha.

Sucesso na web, a garota de programa e blogueira  Lola Benvenutti, de 21 anos, segue os passos de Bruna Surfistinha, que teve a história contada em filme.

Em entrevista ao Ego durante ensaio para o Paparazzo, a jovem diz que já perdeu a conta de quantos homens com quem foi para cama. ”Foram muitos milhares, mas nunca contei.
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Já passei de mil há muito tempo. Faz a conta: dez por dia, em um ano, já são mais de 3 mil.

E antes de cobrar, já tinha muitos na conta”, brinca Lola, que na verdade se chama Gabriela Natália Silva.

Com a fama conquistada através da internet, ela afirma ainda que cobra R$ 350 por hora.

“Desde que a minha história explodiu, aumentou muito a demanda e precisei subir o preço para dar conta.

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Hoje, cobro R$ 350 por hora. Poderia até cobrar mais, mas acho esse um valor legal, que permite aos clientes voltar sem pesar tanto no bolso”.

Antes de virar garota de programa, ela dava aulas de português e sua hora não passava de R$ 10.

Apesar de ser apontada como sucessora da Surfistinha, Lola não gosta das comparações.

“Temos a mesma profissão e um blog. E só.

Acho natural essa associação, mas temos estilos e histórias muito diferentes. Nunca quis ser uma Bruna.
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O blog era o que eu tinha na época para fazer esses relatos.

Não tenho nada contra ela, mas são pessoas diferentes.

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Será que sempre que surgir uma cantora de axé, vão comparar com a Ivete Sangalo?”, questiona.

Nota Menina Veneno Sabor Tequila: 

Além de muita coragem de expor a sua realidade, a Lola é belíssima, tem uma beleza diferente do que estamos acostumados, particularmente acho lindas as garotas com modificações corporais.
Para mim a profissão de garota de programa é tão valida quanto a minha e a sua (leitor), cada um faz da sua vida o que achar interessante e valido desde que não prejudique ninguém qual o problema?
As casadas podem chiar um pouco sobre isso mas pense bem: Muitos homens tem fetiche por garotas de programas e outros não tem em casa o que uma garota de programa pode oferecer… Sabe aquela posição mais ousada, ou aquele oral caprichado? Pois é se você negar todo o dia, uma hora ele acha quem o faça.
Mas esse não é o caso, estamos aqui para publicar informações válidas e pertinentes, e acredito que o “Diário de uma garota de programa” é algo que desperta certa curiosidade em homens e mulheres.
Espero que tenham curtido a matéria que foi retirada do blog Testosterona e a parte da nota fica por conta do “Menina Veneno Sabor Tequila.”